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Trilha Inca Salkantay

Trilha Inca Salkantay

Recomendado como um caminho alternativo (e um pouco mais longo) à Trilha Inca Clássica, a trilha à Machu Picchu via Salkantay lhe oferece a oportunidade de caminhar até a cidadela Inca por um caminho incrível e paisagens de tirar o fôlego, além de disfrutar do contato com espécies singulares da fauna e flora local, vales, lagoas e claro, de uma visão única do nevado Salkantay, com seus 6.722 metros de altitude.

Devido à grande procura pela Trilha até Machu Picchu e sua reduzida disponibilidade, a trilha via Salkantay acaba por ser uma solução para quem deseja caminhar até a cidadela Inca. Além disso é possível fazer este passeio durante todo o ano (a trilha clássica não está disponível em fevereiro, pois anualmente neste mês está fechada para manutenção). Devido a sua incrível beleza esta trilha não serve somente como alternativa e também é considerada uma das mais bonitas do mundo. Absolutamente recomendada.

História.

Na história inca desta montanha e dos lagos nos arredores, nasce a energia masculina que fertiliza a mãe terra Pachamama. Depois de um longo percurso, as águas se perdem nas terras do Amazonas, para retornar e encher os lagos e os glaciais todas as noites, se convertendo no rio de estrelas chamado de Willkamayu, conhecido no ocidente como a Via Láctea. Há uma pequena história também sobre as montanhas, sobre dois irmãos: Salcantay e Ausangate, que viviam em Cusco.

Conta a história que houve uma seca terrível e os irmãos, tiveram que se aventurar em terras desconhecidas na tentativa de salvar seu povoado. Salcantay, acabou indo-se ao norte, encontrando assim a selva e, junto dela, o amor proibido de Verónica acompanhado de muitos problemas. Ausangate se dirigiu ao sul, encontrando o altiplano e, junto, uma grande produção. Desde esse novo lugar, podia mandar batatas, carne de camelídeos (alpacas e lhamas no caso) e quantidades generosas de milho, salvando assim, seu povoado de Cusco Salkantay. Infelizmente não há registros físicos dessas excelentes histórias além de ambas montanhas localizadas na região de Cusco. Assim que apenas podemos imaginar e deixar-nos levar por essas lendas.

 

Localização de Machu Picchu.

Machu Picchu se localiza a 132 km da cidade da cidade de Cusco, a antiga capital dos Incas podendo ser alcançada de trem ou pela Trilha Inca. A ausência de estradas para o santuário de Machu Picchu é intencional e permite controlar o fluxo de visitantes para a área, o que, dada a sua natureza de reserva nacional é particularmente sensível às multidões.

 

Transporte Ferroviário.

Para os transportes ferroviários existem duas empresas que fazem esta rota, a PeruRail e a IncaRail. A primeira é a mais usada pelos turistas por contar com inúmeros horários e por ser a única a sair da estação de Poroy (estação de trem mais próxima de Cusco). A PeruRail oferece um serviço mais tradicional para esta viagem, já a IncaRail oferece um serviço mais luxuoso com seus vagões panorâmicos e ótimos serviços a bordo.

As principais cidades e províncias que circundam Machu Picchu são:
- Cusco
- Urubamba
- Ollantaytambo
- Águas Calientes

 

Clima de Machu Picchu.

O clima de Machu Picchu não foge às características de toda a região dos Andes Peruanos. Há somente duas estações distintas: a estação das chuvas, que vai entre outubro e abril, e estação seca, que vai entre maio e setembro. Porém, Machu Picchu está próxima da parte peruana da floresta amazônica e por isso há a possibilidade de chuvas durante todo o ano. Nos dias mais quentes, a temperatura pode chegar até 26ºC. No período mais frio, entre junho e julho, a temperatura chega a atingir –2ºC. A temperatura média anual é de 16ºC. As chuvas também podem ser inconstantes, alternando rapidamente para os intensos raios solares.

 

Gastronomia de Machu Picchu.

A rica gastronomia peruana é o resultado de uma fusão entre a tradicional culinária do antigo Peru e a culinária espanhola. Também se observa alguns costumes culinários trazidos pelos escravos africanos. Como uma característica exclusiva da culinária peruana, as artes culinárias estão em constante evolução e juntamente com a variedade de pratos tradicionais a torna única. O clima do Peru e também seus microclimas são propícios para um amplo cultivo de produtos agrícolas de diversas espécies.

Entre o mais tradicional no Peru temos:

- Ceviche de Pescado
- Chicharrón
- Lomo Saltado
- Tallarín Saltado
- Alpaca ao Molho Aguaymanto
- Cuy Colorado
- Pollo a La Brasa
- Sopas
- Ají de Gallina

Se você deseja enriquecer sua experiência com a gastronomia peruana, aconselhamos visitar os seguintes restaurantes:

- El Pachapapa Restaurante
- El Map Café
- El Chicha Restaurante
- La Cicciolina
- La Divina Comedia
- El Limo

Para mais informações continue lendo nosso Blog.

Atrativos e Pontos Turísticos de Machu Picchu

Huayna Picchu.

Huayna Picchu ou Wayna Picchu (montanha jovem, em tradução livre do idioma quéchua) está localizada a frente da cidadela inca de Machu Picchu a uns 2667 metros de altitude e é a imagem que se visualiza no fundo das fotos clássicas de Machu Picchu. Este lugar foi utilizado na época dos Incas como um centro de vigilância. Você pode chegar ao topo da montanha usando o caminho do lado esquerdo da montanha, através de uma longa escadaria esculpida na pedra. Do alto se tem uma vista impressionante da cidadela e da Cordilheira dos Andes.

Embora o acesso seja um pouco difícil, depois de chegar ao topo poderá dizer que valeu o esforço para tirar as melhores fotos da maravilha do mundo. A caminhada dura entre 60 e 70 minutos, dependendo do estado físico da pessoa.

Para ingressar a este bonito mirante é necessário fazer a reserva com muita antecedência. Recomendamos pelo menos de 3 a 5 meses de antecipação, pois sua capacidade máxima é de 400 pessoas por dia divididas em dois grupos de 200 cada. O horário de ingresso para o primeiro grupo é das 7h00 às 8h00 e para o segundo grupo das 10h00 às 11h00. A subida até o pico não é recomendada para quem tem medo de altura.

 

Machu Picchu Montanha.

Localizada ao sul da cidadela Inca de Machu Picchu e na frente de Huayna Picchu, apresenta uma altitude aproximada de 3000 metros. O tempo estimado de subida até o pico é de aproximadamente 3 horas. A distância é um pouco mais longa do que a trilha para Wayna Picchu, mas vale a pena. É o ponto mais alto da cidadela Inca. Ao chegar ao topo você terá a vista mais impressionante de Machu Picchu e de sua beleza geográfica. Com certeza depois da experiência você vai querer voltar para sentir toda a energia da natureza. A caminhada dura de duas horas e meia a três horas, dependendo do preparo físico da de cada um. A capacidade máxima é de 400 pessoas por dia e conta somente com um horário de ingresso que é das 07h00 às 11h00. Esta opção não é recomendada para os que têm medo de altura.

 

Museu de Sítio Manuel Chávez Ballón ou Museu Machu Picchu.

O museu Manuel Chávez Ballón está localizado a quase um quilômetro da cidadela Inca de Machu Picchu. Foi montado na década de 1960 em um bonito local doado por Anita de Fernandini de Naranjo com o propósito de expor, ensinar e transmitir todos os aspectos culturais do parque histórico de Macchu Picchu. O museu exibe peças de grande importância arqueológica e pequenos jardins botânicos. O horário de funcionamento é de segunda a sábado das 10h00 às 16h00 e o valor do ingresso para estrangeiros é de S/. 20 (vinte novos soles).

 

Sanctuary Lodge.

Anteriormente propriedade do famoso grupo Orient Express e localizado a poucos metros da entrada de Machu Picchu, o Hotel Sanctuary Lodge tem diárias mais elevadas comparadas aos outros hotéis de Águas Calientes. Os quartos possuem uma visão absolutamente privilegiada para a cidadela Inca. O mais interessante deste local é que oferece almoço buffet para os visitantes do santuário histórico, com pratos típicos e internacionais (não é necessário estar hospedado no hotel para ingressar ao restaurante). O detalhe é que a refeição também tem seu preço algo elevado por ser o único no lugar que dispõe deste tipo de serviço. Se você deseja aproveitar mais da cidadela Inca pode ser uma boa opção almoçar aí para ter um breve descanso com um almoço agradável. O buffet é servido diariamente das 11h00 às 15h30min.

 

Templo do Sol.

O Templo do Sol é a construção que possui o melhor acabamento nos blocos de pedra em toda a cidadela de Machu Picchu. Devido à semelhança na curvatura da parede com o templo de Qoricancha, em Cusco, Bingham deduziu que também seria um templo dedicado ao culto da divindade suprema Inca, Inti, o Deus Sol. Este templo tem três janelas das quais duas permitem a passagem exata da luz do sol durante o solstício de verão (21 de dezembro) e de inverno (21 de junho), enquanto a terceira mostra perfurações em torno do seu marco, de modo que é chamada de “janela das serpentes”.

 

Intihuatana.

No ponto mais alto da cidadela se encontra uma curiosa rocha esculpida, o Intihuatana (traduzindo do quéchua, Inti, sol e Huatana, onde se amarra ou se conecta).  Durante o solstício de inverno quando o dia mais curto do ano terminava pediam ao deus Sol para não os abandonar, e ao nascer do sol do dia seguinte se iniciava o novo ciclo, com dias mais longos novamente. Desta forma eles tentavam assegurar a sua permanência no cosmos usando esta pedra esculpida para executar os ritos necessários. Os incas realizavam cultos relacionados aos períodos agrícolas com cerimônias em que os conhecimentos astronômicos sofisticados e engenharia civil estavam unidos com suas crenças religiosas.

O Intihuatana foi entalhado criando níveis de diferentes lados e um eixo central que sobressai da sua parte superior. Os níveis representam os espaços religiosos Incas, como o Templo do Sol (na parte inferior). O poste que se eleva sobre a rocha foi talhado tomando em conta medições astronómicas que permitem a luz solar coincidir com um lado diferente a cada estação do ano, sendo considerado também uma espécie de “relógio solar”. A elevação do poste também pode relacionar-se com os picos das montanhas que para os incas tinham carácter sagrado (Apus).

 

Templo do Condor.

O Templo do Condor está localizado na área urbana oriental da cidadela de Machu Picchu e seu nome é dado pela semelhança que a construção tem com a ave. Parece que neste lugar funcionavam as celas de castigo de Machu Picchu, pois no interior do edifício há um calabouço que representaria as asas do pássaro, uma série de janelas que se parecem com altares, com aberturas nas paredes laterais.

O condor era uma ave sagrada para os Incas, uma divindade que adoraram em todo o Tahuantinsuyu (o império dos quatro cantos do mundo, em tradução livre do idioma quéchua). Como esta ave come carniça, é provável que se realizassem sacrifícios para honrá-la, oferecendo os cadáveres dos seus adversários que poderiam ter sido torturados e depois eliminados nesta área, segundo estudos que tentam explicar a função do edifício.

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