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Depoimentos

“No mês de Abril/2016 pude ter uma experiência única e gratificante que foi voltar ao Valle Sagrado dos Incas e conhecer um pouco mais da bela cidade de Cusco e sua história, tudo isso proporcionado pela Viagens Machu Picchu. Meu tour começou pelo linda e charmosa cidade de Cusco com sua rica arquitetura Colonial mesclada com seus grandes muros Incas.

Pude ter o prazer de visitar a belíssima Catedral de Cusco que tem anexo as igreja da Sagrada Família e Igreja do Triunfo. Seu interior traz uma riqueza cultural absurda, as esculturas feitas em madeira andina cobertas por ouro são de tirar o fôlego, além dos belíssimos quadros que retratam os fatos ocorridos em Cusco. Tive o privilégio de também visitar Qoricancha que seria o Templo de Ouro onde tinham as adorações aos Deuses, sendo o Deus Sol o principal, puder ver os templos Incaicos como Templo do Arco-Íris, Templo das Estrelas, Templo do Sol. Com uma construção meticulosa os Incas ergueram seus templos sem nenhum tipo de material ligante como argamassa ou barro, as pedras foram justapostas umas sobres as outras através de encaixes internos e soldagem com liga metálica, dando um acabamento formidável as estruturas.

A seguindo o roteiro, fomos ao imenso sítio arqueológico de Sacsayhuaman onde hoje é realizado o Inti Raymi que marca o solstício de inverno.  Sacsayhuaman tem a forma da cabeça de um puma e era uma fortaleza cerimonial localizada a 2km da cidade de Cusco, o lugar tem uma vista agradável e é ótima para quem quer ler, relaxar e sentir um pouco da brisa das montanhas, além da pela paisagem ao redor. Adiante fomos para Qenqo, um local sagrado onde aconteciam sacrifícios de animais para o Deus Sol (Inti) e a Deusa Terra (Pacha Mama), Qenqo é como um labirinto abrigando em seu centro uma câmara principal de sacrifícios, os Incas acreditavam em um clico de vida baseado na reencarnação, onde nascemos, vivemos e reencarnamos. Há cerca de 5 minutos de Qenqo está Tambomachay mais conhecido como chuveiro Inca, este lugar realmente me deixou intrigado. Tambomachay foi construído a mando do Imperador Pachacutec e seria um local para descanso já que Tambomachay liga a cidade de Cusco ao Valle Sagrado através de uma trilha. Tambomachay apresenta uma cascata principal e duas secundárias, e seu fluxo de água não muda durante o ano, isso mesmo, pode chover ou ter um longo período de estiagem, mas as quedas d’água de Tambomachay permanecem com o mesmo fluxo de água, contínuo e ininterrupto. Até hoje não se sabe de onde provêm as águas das cascatas de Tambomachay, visto que o único afluente conhecido próximo às cascatas é o pequeno rio Tambomachay que não faz ligação alguma com a cascata e o rio tem seus períodos de seca durante o ano.

No dia Seguinte após três anos pude voltar ao exuberante Valle Sagrado dos Incas, já no caminho você se deslumbra com a paisagem diante dos vários picos nevados como La Verônica, Chicón entre outros. Fizemos a primeira parada próximo ao povoado de Calca, para interagirmos com a população local, comprar alguns suprimentos e apreciar as lindas paisagens que o Valle Sagrado proporciona. Seguindo o tour, paramos no mirante de Taray, onde podíamos observar o Rio Urubamba que vai até Machu Picchu e deságua no Rio Amazonas no Brasil, e ter uma visão panorâmica das plantações de milho e quinua da cidade de Urubamba.

O primeiro Sítio Arqueológico a ser visitado é Pisac, onde foi um dos laboratórios incas referente ao cultivo de alimentos agrícolas. Pisac tem uma arquitetura um tanto quanto chamativa, formada por grandes platôs de terra onde cada platô tem um microclima distinto de outro, isso mesmo mais de 30 microclimas no mesmo local, devido a isso, em Pisac se desenvolveu mais de três mil tipos de batatas, trezentos e quinze tipos de milhos, e sete tipos de quinua. Acima dos Platôs ficavam os armazéns onde se depositavam os produtos cultivados. O que também chama atenção em Pisac é o seu “Cemitério Inca” que fica na montanha a frente onde se vê diversas aberturas nas montanhas e á quem diz que na montanha há mais de três mil covas, vários ossadas foram saqueadas por caçadores de recompensa. Pisac apresenta uma vista extraordinária dos seus pontos mais altos, mas a subida é longo e é necessário estar bem fisicamente.

Ainda próximo a Pisca fizemos uma parada em uma pequena loja e fábrica de joias em prata e outros minerais, com muita simpatia as recepcionistas nos explicaram e mostraram o processo de fabricação das joias e a diferença entre as pratas nos mostrando até o que seria uma prata falsa.

Nossa próxima parada foi em Urubamba para almoçarmos, almocei no restaurante Tunupa, um conceituado restaurante ao estilo Buffet e ao som de música tradicional andina cantada em quéchua. O cardápio do restaurante é bem variado com presença de pratos típicos como ceviche, carne de alpaca, ají de gallina (uma espécie de bobó de frango) entre outros. Em sua área externa é possível apreciar o Rio Urubamba, os jardins e as montanhas à volta ao som de suaves canções em quéchua.

Após ótimo almoço nos fomos para a cidade de Ollantaytambo, uma cidade Inca que tem este nome em referência ao nome do general inca que se apaixonou pela filha do imperador Pachacutéc. A cidade tem grande importância para os peruanos devido a maior vitória dos incas sobre os espanhóis. Todas as enormes pedras da fortaleza foram trazidas das montanhas vizinhas. Então, considerando que algumas pesam toneladas, é possível imaginar a dificuldade que foi construí-la. Vale ressaltar que toda a fortaleza é sismo-resistente, pois foram construídas com vigas de sustentação e com espaços livres entre as pedras, capazes de suportar as ondas sísmicas de um terremoto. A subida até o templo d Sol é um pouco desgastante, mas a vista que se tem de la de cima supera qualquer cansaço. Na montanha a frente de Ollantaytambo é possível ver a imagem de Tunupa, os incas o tinha como guardião de seus alimentos pelo clima que havia na montanha e em dias de fortes incidências solares os alimentos se mantinham preservados.

Em Ollantaytambo finalizamos o nosso passeio, e retornamos para Cusco, mas antes, teve uma parada surpresa para avistarmos de um mirante o pequeno povoado de Chinchero e seus platôs que estão em reforma, o curioso de Chinchero é a cultura local que se mantém preservada até os dias de hoje. A principal língua falada em Chinchero é o Quéchua e até suas missas são celebradas em Quéchua, diante disso todos os sacerdotes que são designados a atuar em Chinhero obrigatoriamente tem que saber a língua mãe deste pequeno povoado.

Agradeço a Viagens Machu Picchu por ter proporcionado esta experiência única e autêntica, com muito profissionalismo e seriedade, onde todos os horários foram cumpridos a risca, guias muito capacitados e instruídos além da simpatia do povo Peruano.”

Marcos Augusto

Depoimentos

Depoimento do Grupo Valdeci - Machu Picchu Pacotes

Depoimento do Grupo Valdeci - Viagens Machu Picchu - Pacotes Machu Picchu

Depoimento do Grupo Ângela Jerônimo - Machu Picchu Pacotes

Depoimento do Grupo Ângela Jerônimo - Viagens Machu Picchu - Pacotes Machu Picchu

Depoimento do Grupo Thiago e Alexsandre - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo Rita e Valdeomar - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo José Ricardo - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo Strop e Abdala - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo Maria Analia e Taise - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo Andrea Cristine - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo Roberta e Hamilton - Machu Picchu Pacotes

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Depoimento do Grupo Deise e Cristine - Machu Picchu Pacotes

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